Virtualidade dos afetos: A potência do real em “Her”

  • Elder Silva Correia Membro do Grupo de pesquisa “Corpo e governabilidade” da Universidade Federal de Sergipe (UFS).
  • Fabio Zoboli Professor do Departamento de Educação Física e programa de pós-graduação em Educação e em Cinema da UFS. Membro do Grupo de pesquisa “Corpo e governabilidade” da UFS
  • Renato Izidoro da Silva Professor do Departamento de Educação Física e programa de pós-graduação em Educação e em Cinema da UFS. Coordenador do Grupo de pesquisa “Corpo e governabilidade” da UFS.

Resumen

Ante a sua precariedade natural de lidar com a relação espaço-tempo, o corpo, alavancado pela tecnologia, é potencializado para fora de si, é virtualizado. Comumente designamos que o virtual é aquilo que não é real, que não existe, ou seja, o virtual é o oposto do real. Com o objetivo de ponderar novas realidades do corpo que transcendam a inteligibilidade estrutural real/virtual este escrito pretende fazer uma releitura dessa relação oferecendo-lhe uma significação subversiva. O texto foi pautado em Deleuze no que tange à sua leitura da teoria espinosana dos afetos, seu conceito de Corpo-sem-órgãos, e a relação entre os movimentos de territorialização, desterritorialização, e reterritorialização, pensados a partir de sua parceria com Guattari. Nosso campo empírico está aportado no filme “Her”, que narra a trama de um escritor que passa a ter um relacionamento amoroso com um sistema operacional.
Publicado
2017-06-22
Cómo citar
Silva Correia, E., Zoboli, F., & da Silva, R. I. (2017). Virtualidade dos afetos: A potência do real em “Her”. Cartografías Del Sur. Revista De Ciencias, Artes Y Tecnología, (4). https://doi.org/10.35428/cds.v0i4.62
Sección
Dossier Temático